O estudo longitudinal foi publicado no repositório científico Springer Social Indicators Research e foi feito com pessoas que tinham 50 anos ou mais.
“Os resultados mostram que a probabilidade de viver o período mais feliz da vida apresenta uma relação côncava com a idade, com um ponto de inflexão por volta dos 30-34 anos e uma tendência decrescente a partir desse ponto.
Retrospectivamente, a meia-idade não é considerada o período menos provável e mais feliz da vida”, segundo a autora do estudo, Begoña Alvarez, professora no departamento de economia aplicada da Universidade de Vigo, na Espanha.
O time de pesquisadores, entretanto, reconhece que uma das limitações do estudo é a habilidade dos participantes de se lembrarem corretamente do passado.
A análise pode ir além de apontar a melhor época da vida para que as pessoas a aproveitem devidamente.
Os pesquisadores acreditam no uso dos resultados para a elaboração de políticas públicas para a população mais idosa.

Deu em Exame

