Emprego 31/07/2021 10:01
Taxa de desemprego é de 14,6% e taxa de subutilização é de 29,3% no trimestre encerrado em maio
A taxa de desocupação (14,6%) do trimestre móvel de março a maio de 2021 manteve estabilidade em relação ao trimestre de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 (14,4%) e alta de 1,7 p.p. ante o mesmo trimestre de 2020 (12,9%).

A taxa de desocupação (14,6%) do trimestre móvel de março a maio de 2021 manteve estabilidade em relação ao trimestre de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 (14,4%) e alta de 1,7 p.p. ante o mesmo trimestre de 2020 (12,9%).
A população desocupada (14,8 milhões de pessoas) se manteve estável ante o trimestre terminado em fevereiro de 2021 (14,4 milhões de pessoas) e subiu 16,4% (mais 2,1 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre móvel de 2020 (12,7 milhões de pessoas).
A população ocupada (86,7 milhões de pessoas) cresceu 0,9% (mais 809 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e ficou estável frente ao mesmo trimestre de 2020.
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) chegou a 48,9%, ficando estável frente ao trimestre móvel anterior (48,6%) e caindo 0,6 p.p. ante igual trimestre de 2020 (49,5%).
A taxa composta de subutilização (29,3%) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior (29,2%) e subiu 1,9 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2020 (27,5%).
A população subutilizada (32,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior (32,6 milhões de pessoas) e aumentou 8,5% (mais 2,6 milhões de subutilizados) em relação ao mesmo trimestre de 2020 (30,4 milhões de pessoas).
A população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (7,360 milhões de pessoas) foi recorde da série histórica iniciada em 2012, com altas de 6,8% (mais 469 mil pessoas) ante o trimestre móvel anterior e de 27,2% (mais 1,6 milhão de pessoas) na comparação anual.
A população fora da força de trabalho (75,8 milhões de pessoas) ficou estável nas duas comparações.
A população desalentada (5,7 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior e cresceu 5,5% ante o mesmo período de 2020 (5,4 milhões de pessoas).
O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (5,3%) teve queda de 0,3 p.p. frente ao trimestre móvel anterior (5,6%) e ficou estável ante o mesmo período de 2020 (5,2%).
O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 29,8 milhões de pessoas, com estabilidade frente ao trimestre anterior e queda de 4,2% (menos 1,3 milhão de pessoas) frente ao mesmo período de 2020.
O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,8 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e cresceu 6,4% (mais 586 mil pessoas) frente a igual trimestre de 2020.
O número de trabalhadores por conta própria (24,4 milhões) subiu 3,0% frente ao trimestre móvel anterior (mais 720 mil pessoas) e 8,7% (mais 2,0 milhões de pessoas) na comparação anual.
O número de trabalhadores domésticos (5,0 milhões) ficou estável nas duas comparações.
Deu no Portal do IBGE

Descrição Jornalista
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