Sem categoria 11/04/2017 04:21
Marcelo Odebrecht diz que o "Amigo" na planilha da propina é Lula
Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora, confirmou nesta segunda-feira em depoimento ao juiz Sergio Moro que o apelido “Amigo” citado nas planilhas em que a empreiteira registra doações a políticos é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O depoimento é o primeiro dado pelo empresário na condição de delator a Moro, mas ele já havia confirmado em dezembro do ano passado, ao falar à força-tarefa da Operação Lava Jato, que Lula havia recebido dinheiro da Odebrecht.
Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora, confirmou nesta segunda-feira em depoimento ao juiz Sergio Moro que o apelido “Amigo” citado nas planilhas em que a empreiteira registra doações a políticos é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O depoimento é o primeiro dado pelo empresário na condição de delator a Moro, mas ele já havia confirmado em dezembro do ano passado, ao falar à força-tarefa da Operação Lava Jato, que Lula havia recebido dinheiro da Odebrecht.
Em setembro, a Polícia Federal também divulgou relatório de conclusão do seu inquérito que apontava que Lula era o “Amigo” que aparecia na lista – o apelido, às vezes, aparecia com variações como “Amigo do meu pai” e “Amigo de EO”, ambos em referência a Emilio Odebrecht, pai de de Marcelo, que reassumiu a presidência da companhia após a prisão do filho.
Segundo a PF, o ex-presidente teria recebido 8 milhões de reais de uma “conta-corrente” da propina, como classificou a corporação, pagos entre o fim de 2012 e ao longo de 2013. Segundo o Jornal Nacional, da TV Globo, o valor citado nesta segunda-feira a Moro é de 13 milhões de reais. Parte do valor teria sido usada para comprar um terreno para abrigar a sede do Instituto Lula.

(Reprodução)
O ex-ministro Antonio Palocci, de acordo com Marcelo, seria o responsável pelos repasses do dinheiro. Ainda segundo o Jornal Nacional, no depoimento de hoje, Marcelo confirmou que “Italiano” era o apelido de Palocci na planilha e que outro ministro dos governos petistas, Guido Mantega, era o “Pós-Itália”.
No depoimento, Marcelo confirmou tudo o que já havia dito à força-tarefa da Lava Jato e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante as audiências do processo que analisa a cassação da chapa formada por Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB).

Descrição Jornalista
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