Por que Marinho vê ‘cheiro de pizza’ no caso Master após perícia apontar supostos itens alterados? - Fatorrrh - Ricardo Rosado de Holanda
FatorRRHFatorRRH — por Ricardo Rosado

Corrupção 30/10/2026 08:44

Por que Marinho vê ‘cheiro de pizza’ no caso Master após perícia apontar supostos itens alterados?

Por que Marinho vê ‘cheiro de pizza’ no caso Master após perícia apontar supostos itens alterados?

Senador do PL-RN compartilhou reportagem sobre perícia no celular do banqueiro e disse que o sistema se protege depois das eleições presidenciais

O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta quinta-feira, 29, que o sistema estaria se protegendo no caso Master depois das eleições presidenciais.

A declaração veio após ele compartilhar uma reportagem sobre uma perícia no HD do celular de , que identificou 999 itens alterados após a prisão do banqueiro.

Marinho, ex-coordenador da campanha de Flávio à Presidência, publicou o comentário no X: “Cheiro de pizza no ar. Foi só passar as eleições e eles estão fazendo de tudo para liberar os amigos das consequências.

É o sistema se protegendo. O próximo será o INSS? #PadrãoPT. Eles não decepcionam e nem perdem tempo”.

Perícia foi encomendada pela defesa

A perícia foi encomendada pela de Vorcaro. Se as alterações forem confirmadas e comprometerem a integridade das evidências, poderá haver questionamentos sobre a validade das provas.

PF indicia Vorcaro e outras 14 pessoas

Na quarta-feira, 28, a PF indiciou Vorcaro, Costa e outras 13 pessoas no que investiga o caso Master. Eles foram acusados de lavagem de dinheiro, e crimes de gestão fraudulenta.

O dono do Banco Master foi preso em março deste ano e está custodiado no presídio da Papudinha, no Distrito Federal.

Em trecho do documento, a PF afirma: “Na condição de controlador do Banco Master, Vorcaro ocupava o centro decisório da estrutura examinada e era o principal beneficiário econômico das operações destinadas à obtenção de liquidez para a instituição”.

Prejuízo de R$ 2,7 bilhões

De acordo com a Polícia Federal, o prejuízo apurado é da ordem de R$ 2,7 bilhões. Segundo a corporação:

“Há, portanto, aproximadamente R$ 2,7 bilhões em perdas já formalizadas e reconhecidas, não se tratando de estimativa abstrata ou de risco meramente eventual”.

Ricardo Rosado de Holanda
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