– Com este volume ofensivo nós não podemos fazer só três gols. É claro que o adversário também joga e também tem mérito, mas nós temos que ter mais eficácia e mais qualidade na frente no momento de finalizar. E hoje não tivemos. Tivemos três, tínhamos a obrigação de, pelo que criamos, tínhamos a obrigação de fazer mais. Como eu disse, eu fico chateado, mas os jogadores também, obviamente, porque eles são os primeiros a querer fazer gol – declarou o treinador.
O treinador foi perguntado sobre o lado direito ofensivo, com Lucas Villalba e Arthur Cabral, e fez elogios aos jogadores.
– Essa questão do lado direito tem a ver com características. O Villa é um jogador mais de ataque à profundidade, o Cabral tem mais conforto no apoio. Dependendo do adversário e do espaço que o adversário nos dá, nós tentamos encontrar formas de ligar diferentes, podemos atacar o espaço com o Villa, no apoio com o Cabral, o Villa pode receber aquela bola entre as linhas e depois atacar de frente, como o Cabral segura bem a zaga também. Portanto, eles têm essa liberdade para fazer contramovimentos e fizeram bem, principalmente no primeiro tempo – explica.

