Segundo a produtora, a legislação norte-americana que regula operações privadas no setor audiovisual impede a divulgação da identidade de investidores cujos aportes são protegidos por acordos de confidencialidade.
A empresa afirma que essa prerrogativa é legítima e deve ser respeitada, garantindo a proteção contratual e regulatória aos financiadores.
A GOUP Entertainment reforça que, entre os mais de dez investidores do longa, não consta qualquer recurso proveniente de Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de empresas sob seu controle societário.
A produtora afirma que o projeto foi estruturado de forma privada, com parcerias e mecanismos legais do mercado de entretenimento nacional e internacional, sem uso de recursos públicos.
A nota ainda destaca que conversas, apresentações ou tratativas com potenciais apoiadores não caracterizam efetivação de investimento, participação societária ou transferência de recursos, sendo improcedente qualquer associação em sentido contrário.


