Apenas em dezembro de 2025, o azeite apresentou retração de 3,02%, contribuindo para a deflação de 4,93% na subcategoria de óleos. Portanto, o resultado representa um alívio para o consumidor, após anos marcados por aumentos expressivos no preço do produto.
De acordo com o economista-chefe da APAS, Felipe Queiroz, a redução é explicada pela normalização da oferta internacional e por medidas adotadas pelo governo federal.
“O movimento de queda vem sendo observado desde o início de março. Principalmente devido à retomada da produção europeia e à isenção da alíquota de importação do azeite”, afirmou.
O levantamento destaca que a recuperação das safras na Europa, após as perdas registradas em 2024, foi essencial para estabilizar a oferta e amenizar as cotações no mercado interno.
Queiroz acrescenta que “a partir de março de 2025, os preços começaram a recuar gradualmente. Impulsionados pela melhora na produção externa e pelos incentivos fiscais aplicados no Brasil”.


