Saúde 19/12/2025 11:16
Se você tem mais de 60 anos e ainda consegue fazer essas 10 coisas sem ajuda, você é a prova de que idade é apenas um número

Vivemos em uma sociedade em que o preconceito etário ainda é muito comum, muitas vezes disfarçado de “cuidado” ou “superproteção”.
Ser ágil, aprender coisas novas, manter a independência, viajar, tomar as próprias decisões… tudo isso mostra que uma pessoa com mais de 60 anos é plenamente capaz de ter ambições, autonomia e, acima de tudo, voz ativa.
A seguir, veja 10 coisas que você consegue fazer sem ajuda e que comprovam que, para você, idade é apenas um número.
Levantar-se de uma cadeira, sofá ou cama sem apoio envolve muito mais do que força muscular. Exige flexibilidade, equilíbrio e confiança no próprio corpo. O treino de força é fundamental, mas práticas como ioga e pilates também fazem diferença, pois contribuem para o ganho de massa muscular, a densidade óssea e a estabilidade, ajudando a prevenir quedas.
Essa é uma das formas mais claras de demonstrar independência e capacidade para lidar com as tarefas do dia a dia sem precisar da ajuda de outras pessoas.
Sentir-se confortável para usar aplicativos no celular, conferir e-mails, assistir a uma série no streaming ou participar das redes sociais é um grande diferencial. Mais do que acompanhar tendências, trata-se de não ficar excluído do mundo digital e saber usar a tecnologia a seu favor.
A alfabetização digital na vida adulta está associada à redução do declínio cognitivo e pode ajudar a prevenir a demência, especialmente em pessoas com mais de 50 anos. Além disso, as redes sociais facilitam o contato com amigos e conhecidos que nem sempre fazem parte da rotina presencial.
É comum sentir um pouco mais de insegurança ao dirigir com o passar dos anos, principalmente à noite. No entanto, a Direção-Geral de Trânsito da Espanha (DGT) reforça que continuar dirigindo não depende da idade, mas das habilidades e competências do condutor.
Entre as principais recomendações para uma direção mais segura estão:
A força nos braços é essencial para atividades simples, como carregar sacolas, mas também para tarefas mais exigentes do cotidiano. Por isso, o treino de força se torna ainda mais importante a partir dos 50 anos.
Segurar os netos no colo, mover móveis ou puxar a mala durante uma viagem exige força, equilíbrio e resistência. Manter uma rotina de atividade física ajuda a preservar a autonomia e a sensação de segurança nas atividades diárias.
Caminhar é uma das atividades mais completas e acessíveis. Os benefícios vão muito além do condicionamento físico: melhora a função cognitiva, contribui para a longevidade, fortalece o sistema imunológico, reduz o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas, diminui a chance de quedas e fraturas e ainda ajuda a aliviar sintomas de ansiedade e depressão.
Especialistas recomendam cerca de 30 minutos de atividade moderada, cinco ou mais dias por semana.
Tomar decisões sobre o próprio dinheiro, planejar gastos ou investir são sinais de autonomia e bom funcionamento cognitivo. Além disso, essa atenção ajuda a evitar golpes financeiros, infelizmente comuns entre pessoas mais velhas.
Isso se torna ainda mais importante a partir dos 70 anos, quando a menor familiaridade com tecnologia ou a confiança excessiva em comunicações aparentemente oficiais podem aumentar os riscos. Manter-se atento e questionar sempre é essencial.
Começar um novo hobby, aprender um idioma ou se dedicar a uma atividade diferente faz muito bem para o cérebro. O simples ato de se desafiar já é um estímulo poderoso.
Estudos mostram que aprender coisas novas após os 60 anos melhora a plasticidade cerebral e ajuda a reduzir o risco de declínio cognitivo e demência.
Reservar passagens, se orientar em aeroportos e lidar com imprevistos exige organização, flexibilidade e confiança. Viajar estimula a mente e fortalece características importantes para um envelhecimento saudável.
Programas de turismo voltados para pessoas idosas existem justamente por esse motivo: promovem movimento, socialização, saúde física e mental, além de ajudarem a combater a solidão. Ainda assim, planejar suas próprias viagens pode ser ainda mais enriquecedor, pois estimula a autonomia e o envolvimento com novas experiências.
Cuidar da própria casa, fazer pequenos reparos e manter a organização mostram autonomia e atenção aos detalhes. Não se trata de fazer tudo sozinho ou se sobrecarregar, mas de saber administrar o espaço, identificar problemas e buscar soluções quando necessário.
A aposentadoria não significa abrir mão da vida social. Pelo contrário. Ir a jantares, shows, teatro ou encontros com amigos estimula o cérebro e está diretamente associado a uma maior longevidade.
As relações sociais são um dos pilares das pessoas que vivem mais e melhor, como mostram diversos estudos. Manter esses vínculos ativos faz toda a diferença para a saúde física e emocional ao longo dos anos.
Deu em Minha Vida

Descrição Jornalista
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