Armas 31/08/2025 06:33
EUA enviam navios de guerra à costa da Venezuela e elevam pressão sobre Maduro
crise militar entre Estados Unidos e Venezuela ganhou novo episódio nesta semana, com a aproximação de navios de guerra norte-americanos ao sul do Caribe. A movimentação, que envolve milhares de soldados, amplia a tensão política e militar na América Latina.
De acordo com informações repassadas por fontes do governo norte-americano à agência Reuters, a operação inclui sete embarcações de guerra e um submarino nuclear.
As forças transportadas somam 4,5 mil militares, sendo 2,2 mil fuzileiros navais. Entre os navios identificados estão o USS San Antonio, USS Iwo Jima e USS Fort Lauderdale.
Segundo o Pentágono, a justificativa oficial da operação é intensificar o combate ao narcotráfico internacional.
O embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada, classificou a medida como uma “campanha terrorista disfarçada de ação antidrogas”. Ele denunciou a operação ao secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmando que se trata de uma tentativa de justificar “ação cinética, ou seja, uma intervenção militar em um país soberano que não ameaça ninguém”.
Questionada sobre se a operação teria como alvo direto o regime de Nicolás Maduro, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, não confirmou. Reiterou apenas a posição do então presidente Donald Trump, que declarou estar pronto para usar todos os recursos militares dos EUA “para impedir que as drogas cheguem ao país e levar os responsáveis à Justiça”.
Leavitt reforçou ainda que, na visão de Washington, “o regime de Maduro não é o governo legítimo da Venezuela”.
A escalada acontece em paralelo ao anúncio dos EUA de que dobraram a recompensa por informações que levem à captura de Maduro, elevando o valor para US$ 50 milhões. Washington acusa o líder chavista de comandar o Cartel de los Soles, grupo ligado ao tráfico de drogas.
Em resposta, Maduro anunciou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos e destacou a atuação da Força Camponesa, mencionando o uso de “fuzis e mísseis para defender a soberania da pátria”.
Apesar da reação de Caracas, países como Argentina, Paraguai, Equador, Guiana e Trinidad e Tobago manifestaram apoio à classificação do Cartel de los Soles como organização terrorista.
Deu em ContraFatos
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