Guerras 01/05/2025 17:11
China admite: Fizemos ataque contra os Estados Unidos mirando em Trump e seu vice

A crescente tensão entre China e Estados Unidos tomou proporções alarmantes no segundo semestre de 2024, com a revelação de um massivo ataque de espionagem digital realizado por hackers chineses.
Denominado Salt Typhoon (Saltyfon), o ataque é considerado pelo Senado dos EUA como o maior já registrado contra suas redes de telecomunicações, infiltrando-se em gigantes como AT&T e Verizon.
Essa operação levantou preocupações profundas quanto à segurança nacional e expôs a vulnerabilidade das infraestruturas críticas americanas, ressaltando as complexas interconexões entre comércio, política e segurança global.
Confira nossa análise em vídeo:
O Saltyfon permitiu que a inteligência chinesa monitorasse comunicações dentro dos Estados Unidos, abrangendo desde figuras políticas de alto escalão até campanhas presidenciais, como a do ex-presidente Donald Trump.
O ataque não se limitou a escuta passiva; os hackers obtiveram também acesso a sistemas internos das agências de inteligência norte-americanas.
Tais medidas indicam um esforço coordenado da China para ganhar precedência na guerra cibernética, à luz do apoio americano a Taiwan – questão sensível vista por Pequim como uma afronta à sua soberania.
Embora a China tenha negado qualquer envolvimento, há algumas semanas, delegações chinesas admitiram em reunião secreta seu papel no ataque, justificando-o como uma retaliação ao envolvimento dos EUA em Taiwan.
John Tiger, ex-brigadeiro general da Força Aérea Americana, destacou a gravidade da situação, enfatizando que a China demonstrou capacidade para interromper atividades críticas nos EUA, como distribuição de energia e abastecimento de água.
A investida cibernética não parou no Saltyfon. O Volt Typhoon, outra ameaça identificada, envolvia a colocação estratégica de malwares nas infraestruturas do país, aguardando um comando para ativação. A espionagem estendeu-se também à população geral, com aplicativos populares sendo usados para elevar divisões internas nos EUA.
Em 2024, durante a corrida presidencial, contas associadas à China influenciaram debates sobre direitos reprodutivos e tensões raciais, impactando a opinião pública.
Particularmente preocupante é o caso do TikTok. Em dezembro de 2022, a ByteDance, empresa mãe do aplicativo, reconheceu que dados de usuários americanos foram acessados por funcionários na China visando rastrear jornalistas. Esta confissão levanta suspeitas sobre a proteção dos dados armazenados fora da China.
A capacidade chinesa de paralisar os EUA foi descrita como esmagadora. Embora o FBI tenha buscado reforçar suas defesas, as disparidades continuam gritantes.
O vasto programa de hackers da China exacerba temores de uma potencial invasão a Taiwan, situação vista como um teste decisivo para as relações EUA-China.
A dependência econômica dos EUA em relação à China complica o cenário, expondo vulnerabilidades que Pequim pode explorar.
A recente escalada militar em torno de Taiwan, com exercícios chineses simulando um bloqueio à ilha, reflete a estratégia de intimidação da China perante a comunidade internacional. Em março de 2025, mais de 431 aeronaves chinesas invadiram a zona de identificação de defesa aérea de Taiwan, somando-se a navios de guerra que cercavam a região.
Essas ações fazem parte do que especialistas denominam “guerra na zona cinzenta”, um confronto que não desencadeia hostilidades bélicas tradicionais, mas utiliza táticas híbridas para maximizar pressão política e social.
A China, ao lado de países como a Rússia, já demonstrou habilidade em operações que manipulam eleições internacionais e interrompem infraestruturas, desestabilizando adversários sem necessidade de declarações formais de guerra.
O presidente Trump, em meio a essas tensões, implementou tarifas adicionais sobre produtos chineses, gesto que aprofundou a crise econômica chinesa. Xi Jinping, líder da China, enfrenta internações políticas internas e pode considerar que uma ação militar direta sobre Taiwan desvie a atenção de problemas domésticos, consolidando seu poder.
Na perspectiva global, a disputa entre essas potências transcende questões territoriais, destacando a guerra silenciosa travada no espaço digital. Para os Estados Unidos e aliados, o desafio é assegurar a proteção de suas infraestruturas críticas contra tal agressão. A guerra digital impõe um novo paradigma no equilíbrio de poder mundial, onde a segurança das comunicações é crucial.
Diante deste cenário, cabe à comunidade internacional reavaliar suas estratégias de segurança, adaptando-se a um ambiente onde a tecnologia é a nova linha de frente. A ameaça dos ataques cibernéticos é concreta e demanda uma resposta coordenada para mitigar riscos e preservar a estabilidade global.
Deu em MSN

Descrição Jornalista
África está se partindo mais rápido do que o esperado, afirma estudo
02/05/2026 17:01
Se for convidado para ir a casa de alguém, nunca faça estas 6 coisas
02/05/2026 15:11
Operação Zero Álcool registra 240 prisões por embriaguez ao volante no primeiro quadrimestre de 2026
02/05/2026 04:39 76 visualizações
Fecomércio realizará no dia 15 de maio, às 13h, no Teatro Riachuelo, o Innovation Day
02/05/2026 05:54 69 visualizações
EUA anunciam retirada de 5 mil soldados da Alemanha
02/05/2026 06:24 66 visualizações
Festival da Mãe Potiguar 2026 acontece neste sábado (02) na Arena das Dunas
02/05/2026 05:12 61 visualizações
Flávio Bolsonaro nega acordo para trocar CPI do Master por dosimetria
02/05/2026 07:16 58 visualizações
02/05/2026 09:17 57 visualizações
02/05/2026 08:15 51 visualizações
Psicologia e genética indicam: autismo pode ser o próximo passo da evolução humana
01/05/2026 17:56 48 visualizações
Escalação do Botafogo: Franclim deve optar por Bastos e Ferraresi na ausência de Barboza
02/05/2026 08:57 48 visualizações