Comportamento 12/02/2025 19:58
Pesquisadores descobrem como “desligar ansiedade” no cérebro; veja!
O estudo, publicado na revista científica Neuron no dia 28 de janeiro, utiliza uma abordagem chamada fotofarmacologia para mapear o impacto de determinados medicamentos no cérebro.

Cientistas descobriram um circuito no cérebro capaz de “desligar” a ansiedade e, o melhor, sem os efeitos colaterais comuns das medicações atuais. Será que a ansiedade está com os dias contados?
O estudo, publicado na revista científica Neuron no dia 28 de janeiro, utiliza uma abordagem chamada fotofarmacologia para mapear o impacto de determinados medicamentos no cérebro.
Os resultados mostraram que ativar um receptor específico de células cerebrais, o mGluR2, reduz os sinais de ansiedade sem comprometer a memória.
“Nossas descobertas indicam um novo e importante alvo para o tratamento de transtornos relacionados à ansiedade e mostram que nossa abordagem baseada em fotofarmacologia é promissora de forma mais ampla como uma maneira precisa de fazer engenharia reversa para entender como os tratamentos funcionam no cérebro”, disse Joshua Levitz, professor associado de bioquímica na Weill Cornell Medicine, em Nova Iorque.
Como funciona
Os pesquisadores analisaram os efeitos de substâncias experimentais que ativam o receptor de glutamato metabotrópico 2 (mGluR2), presente em diversas áreas do cérebro.
Ao estudar os impactos dessa ativação em um circuito específico que termina na amígdala – região que processa as emoções –, o grupo percebeu que os sinais de ansiedade diminuíram.
Sinais como sonolência, dificuldades de concentração e comprometimento cognitivo, comuns em alguns remédios para a doença, não apareceram.
Interruptor da ansiedade
A fotofarmacologia foi a grande novidade do estudo. A técnica ativa certas moléculas no cérebro com o uso de luz, permitindo um controle preciso da ação dos medicamentos.
Com esse método, o grupo identificou dois circuitos cerebrais ligados à ansiedade.
O primeiro conecta o córtex pré-frontal ventromedial à amígdala. Nele, a ansiedade foi reduzida, mas houve prejuízo à memória.
Já no segundo circuito, que vai da ínsula até a amígdala, a ansiedade também foi reduzida, dessa vez sem efeitos colaterais.
Próximos passos
Com os resultados, o grupo quer ir além.
O próximo passo é desenvolver novas formas de atingir seletivamente o circuito ínsula-amígdala, evitando outros receptores cerebrais e minimizando os efeitos adversos.
Além disso, os cientistas querem expandir a pesquisa para outros medicamentos, como opióides e antidepressivos.


Descrição Jornalista
Quaest: 72% avaliam que STF “tem poder demais”; 18% discordam
12/03/2026 12:49
EUA avalia reincluir Alexandre de Moraes na Magnitsky
12/03/2026 11:20
02/03/2026 06:21 190 visualizações
Trump: centenas de alvos foram atingidos no Irã e comando militar “se foi”
02/03/2026 04:40 165 visualizações
Atenção, usuários do Pix: novas regras já valem e afetam seu dinheiro
02/03/2026 08:16 161 visualizações
MDB confirma mais três lideranças na disputa por vagas na Assembleia
03/03/2026 05:31 146 visualizações
André Mendonça é o único que pode pedir sigilos de firma de Toffoli
02/03/2026 09:42 143 visualizações
Lulinha admite a interlocutores que teve voo e hotel pagos pelo Careca do INSS em viagem a Portugal
02/03/2026 11:26 139 visualizações
Ataques ao Irã: entenda como ocorre o efeito em cadeia da elevação do preço do petróleo
03/03/2026 08:01 127 visualizações
Geladeira em miniatura viraliza e revela nova moda entre adultos
03/03/2026 18:39 127 visualizações
Inmet coloca 63 cidades em alerta vermelho de chuvas; há avisos para todo o RN
03/03/2026 07:56 124 visualizações
STF já admite em conversas reservadas que haverá impeachment em 2027
02/03/2026 13:55 113 visualizações