Psicologia 18/01/2025 18:07
Pais têm filho favorito, diz estudo; saiba quem tem mais chances de ser o escolhido
Ao contrário do que dizem muitos pais e mães, o favoritismo parental existe, segundo especialistas da Associação Americana de Psicologia

Um novo estudo realizado pela Associação Americana de Psicologia constatou que, ao contrário do que muitos pais e mães afirmam, o favoritismo parental é uma realidade — e filhas mulheres e crianças consideradas agradáveis e esforçadas têm maior probabilidade de serem vistas como as favoritas.
“Há décadas, pesquisadores sabem que o tratamento diferenciado dos pais pode ter consequências duradouras para as crianças.
Este estudo nos ajuda a entender quais crianças têm mais probabilidade de receber favoritismo, que pode ser positivo e negativo”, explicou Alexander Jensen, professor associado da Brigham Young University e autor principal da pesquisa, em comunicado oficial.
Publicado na revista científica Psychological Bulletin, o estudo analisou 30 artigos acadêmicos, com dados de 19.469 participantes, e examinou como fatores como ordem de nascimento, gênero, temperamento e traços de personalidade estavam relacionados ao favoritismo parental.
De acordo com informações do portal O Globo, os pesquisadores analisaram cinco aspectos principais: tratamento geral, interações positivas, interações negativas, alocação de recursos e controle.
Contrariando uma hipótese inicial de que mães favoreceriam filhas e pais, filhos, os resultados mostraram que ambos os genitores tendem a preferir as filhas. Além disso, crianças organizadas e responsáveis — traços associados ao esforço — são vistas como favoritas, provavelmente por serem consideradas mais fáceis de lidar.
Surpreendentemente, a extroversão, muitas vezes valorizada em contextos sociais, não se mostrou associada ao favoritismo dentro das famílias.
Jensen também destacou que filhos mais velhos, possivelmente por serem mais maduros, tendem a desfrutar de maior autonomia.
Por outro lado, crianças que se sentem menos favorecidas frequentemente apresentam pior saúde mental e enfrentam dificuldades em seus relacionamentos familiares.
“É importante notar que essa pesquisa é correlacional, então ela não nos diz por que os pais favorecem certas crianças. No entanto, ela destaca áreas potenciais onde os pais podem precisar ser mais conscientes de suas interações com seus filhos. Entender essas nuances pode ajudar pais e clínicos a reconhecer padrões familiares potencialmente prejudiciais. É crucial garantir que todas as crianças se sintam amadas e apoiadas”, concluiu o pesquisador.
Deu em Aventuras na História

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