Medicina 26/06/2020 09:52

UFRN discute os efeitos antidepressivos da ayahuasca

O neurocientista Draulio Araújo, chefe do laboratório Neuroimagem Funcional do Instituto do Cérebro (ICe/UFRN), é o convidado da série Seminários em Neurociências, realizado pelo próprio ICe.

O neurocientista Draulio Araújo, chefe do laboratório Neuroimagem Funcional do Instituto do Cérebro (ICe/UFRN), é o convidado da série Seminários em Neurociências, realizado pelo próprio ICe.

Tendo como tema “Neuroimagem e efeitos antidepressivos da ayahuasca”, o pesquisador fala sobre os avanços nas pesquisas envolvendo esse psicodélico.

A discussão, aberta a perguntas, acontece ao vivo nesta sexta-feira, 26, às 10h50, no youtube.com/c/iceufrn.

Doutor em Física Aplicada à Medicina e Biologia, Draulio atua na área de neurociências, com ênfase na utilização da imagem funcional por ressonância magnética e eletroencefalografia na avaliação das bases neurais dos estados alterados de consciência induzidos pela ayahuasca.

Seus estudos têm avançado na exploração do potencial desse psicodélico para a depressão com grande repercussão dentro e fora do Brasil.

Disponível no canal do ICe no YouTube, o projeto Seminários em Neurociências oferece uma série de apresentações e discussões sobre diversos temas, sobretudo os que envolvem a pandemia causada pelo novo coronavírus.

Diversos especialistas, desde a medicina, neurociência, diplomacia e comunicação já deixaram sua contribuição no canal.

Deu no Portal da UFRN

PS: A planta, diz o Google, “é um chá com potencial alucinógeno capaz de provocar alterações na consciência por um período de até dez horas. Algumas religiões usam a bebida em seus cultos como forma de abrir a mente e criar visões místicas.”

Ricardo Rosado de Holanda



Descrição Jornalista