Economia 14/12/2017 09:29

48,5% dos municípios do RN estão na última faixa do PIB

Em contrapartida, os 1.353 municípios que em 2015 pertenciam à última faixa de influência sobre as riquezas do país, responderam por aproximadamente 1% do PIB e concentraram apenas 3,2% da população.

Em contrapartida, os 1.353 municípios que em 2015 pertenciam à última faixa de influência sobre as riquezas do país, responderam por aproximadamente 1% do PIB e concentraram apenas 3,2% da população.
Encontravam-se nessa situação 73,2% dos municípios do Piauí, 59,6% dos municípios da Paraíba, 51,8% dos municípios do Tocantins e 48,5% dos municípios do Rio Grande do Norte.
Para o IBGE, isso “mostra a concentração e a difusão espacial da geração do PIB brasileiro”.
A pesquisa revela que entre 2010 e 2015 não ocorreram alterações significativa entre os maiores municípios, “visto que juntos, os sete maiores correspondem a, aproximadamente, um quarto do PIB nacional e, entre eles, os cinco primeiros se mantiveram na mesma posição ao longo da série”.
Excluindo-se as capitais, 10 municípios geravam, individualmente, mais de 0,5% do PIB e juntos, chegavam a agregar 7,4% do Produto Interno Bruto do país em 2015.
Desses 10 municípios, os sete primeiros têm em comum a integração entre a indústria e os serviços e são quase todos paulistas: Osasco, que gerou 1,1% em 2015; Campinas e Guarulhos, com 0,9% cada; Barueri, com 0,8%; São Bernardo do Campo e Jundiaí, com 0,7% cada; e São José dos Campos, com 0,6%.
Em seguida, estão os municípios do Estado do Rio de Janeiro: Duque de Caxias e Campos dos Goytacazes, ambos com 0,6%, e Sorocaba, também em São Paulo, com 0,5%.
Deu na Agência Brasil

Ricardo Rosado de Holanda



Descrição Jornalista