Sem categoria 14/03/2017 09:36

Em relação a janeiro de 2016, indústria cresceu em 12 das 15 regiões

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou expansão de 1,4% em janeiro de 2017, com 12 dos 15 locais pesquisados apontando resultados positivos. Janeiro de 2017 (22 dias) teve dois dias úteis a mais do que igual mês do ano anterior (20).

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou expansão de 1,4% em janeiro de 2017, com 12 dos 15 locais pesquisados apontando resultados positivos.

Janeiro de 2017 (22 dias) teve dois dias úteis a mais do que igual mês do ano anterior (20).

Nesse mês, Pernambuco (14,1%), Espírito Santo (13,4%) e Mato Grosso (13,3%) assinalaram os avanços mais intensos, impulsionados pelo crescimento na produção dos setores de produtos alimentícios (açúcar refinado de cana-de-açúcar, VHP e cristal, margarina, biscoitos e bolachas, produtos embutidos ou de salamaria de carnes de aves, óleos vegetais e massas alimentícias secas), no primeiro local;

de metalurgia (tubos flexíveis e trefilados de ferro e aço e bobinas a quente de aços ao carbono) e de indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e gás natural), no segundo;

e de produtos alimentícios (tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja e óleo de soja em bruto), no último.

Goiás (8,5%), Pará (8,2%), Amazonas (7,5%), Santa Catarina (5,6%), Minas Gerais (4,8%), Rio de Janeiro (4,6%) e Paraná (4,1%) também registraram taxas positivas nesse mês acima da média da indústria (1,4%), enquanto São Paulo (1,2%) e Ceará (0,4%) completaram o conjunto de locais com expansão na produção nesse mês.

Bahia (-15,5%) apontou o recuo mais elevado em janeiro de 2017, pressionado pelo comportamento negativo vindo dos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, óleos combustíveis e naftas para petroquímica), de veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis), de metalurgia (barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre) e de indústrias extrativas (minérios de cobre, gás natural e óleos brutos de petróleo).

Os demais resultados negativos foram observados no Rio Grande do Sul (-4,1%) e na região Nordeste (-2,9%).

Deu no Portal do IBGE

Ricardo Rosado de Holanda



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Descrição Jornalista