Dívida previdenciária das empresas do grupo JBS é de R$ 5,2 bilhões
Somadas as dívidas previdenciárias de apenas cinco das empresas do grupo J&F, a dívida dos irmãos Joesley e Wesley Batista soma mais de R$ 5,2 bilhões.
A JBS, dona da Friboi, é a maior devedora do grupo e a quinta maior da história do Brasil, com um calote de R$ 2,87 bilhões nos cofres públicos.
Apenas R$ 17,4 milhões da dívida da JBS está parcelada. As empresas J&F somadas são o 3º maior devedor.
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Depois de tantos escândalos, empresas buscam o selo pró-ética
As recentes denúncias de corrupção e fraude no País têm mobilizado a sociedade a buscar atuação mais ética, responsável e transparente das empresas.
As companhias, por sua vez, veem-se motivadas a comprovar a adoção de medidas de integridade e práticas voltadas ao reforço de controles, governança corporativa e compliance.
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Advogados de Lula, Dilma, Temer e Aécio articulam manifesto contra excessos da Lava Jato
Os advogados de Michel Temer (PMDB), Dilma Rousseff (PT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Aécio Neves (PSDB) articulam o lançamento de um manifesto para questionar a atuação da Justiça e do Ministério Público.
Os debates se desenrolam em um grupo de WhatsApp intitulado “Prerrogativas” — e a OAB é alvo frequente de críticas.
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Estudo indica que horário de verão não funciona mais
A mudança nos hábitos do consumidor e o avanço da tecnologia tornaram inócuo um dos principais objetivos do polêmico horário de verão. De acordo com estudo do Ministério de Minas e Energia, a adoção da hora adiantada na época mais quente do ano não resulta mais em economia de energia.
A despeito disso, a manutenção do horário de verão, de acordo com autoridades do setor elétrico, é considerada uma “questão cultural”.
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Cai o índice de homicídios no RN, anuncia o Governador
O índice de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), ou homicídios, caiu entre maio e junho no Rio Grande do Norte.
Os números foram apresentados pelo governador Robinson Faria, na tarde deste sábado, 1º, em evento do programa Ronda Cidadã em Mossoró.
O sexto mês do ano aparece com queda de 17% em relação ao mês anterior - referente a todo estado - e de 28% em relação à capital do Oeste. Já em Natal, a redução foi de 19%.
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Defesa de Henrique emite nota sobre processo na Justiça Federal
A defesa do ex-ministro Henrique Eduardo Alves, assinada pelo escritório de Marcelo Leal, distribuiu nota a respeito do recebimento da denúncia contra ele pela Justiça Federal, considerando que é "uma fase normal do processo e que permitirá, a partir de agora, que a defesa possa finalmente ser ouvida".
Leia abaixo a íntegra da nota:
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Somente para Lula a JBS destinou U$ 150 milhões
Até 2011, Joesley diz que mantinha a conta-propina de 150 milhões de dólares no exterior somente para beneficiar Lula.
Foi quando Guido Mantega fez um novo pedido:
“Você tem que abrir outra conta. Essa você separa e abre uma outra conta. Começa a depositar numa nova. Essa aqui é do Lula. Agora vamos abrir uma conta para a Dilma”, disse Mantega, segundo o empresário. Joesley conta que entregava os extratos bancários das duas contas dos presidentes para Mantega, que os levava para Dilma e Lula acompanhar o saldo.
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JBS pagava 6% de propina de todos os recursos do BNDES
Em seu depoimento, Joesley confirmou que pagava 6% de propina sobre o valor de todos os recursos do BNDES e dos fundos de pensão aportados em empresas do grupo J&F, dono da JBS.
Ao todo, o conglomerado recebeu mais de 9 bilhões de reais dos cofres públicos.
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A conversa de Joesley com Lula sobre a grana no exterior
Joesley conta que após o encontro com Dilma foi também ao Instituto Lula, em São Paulo.
“Tive uma vez com o Lula (para falar) sobre esse assunto (…) Já tinha passado as doações de 300 e tantos milhões (…) Em 2014. Devia ser no segundo turno (…) Estive lá no Instituto Lula, mais ou menos com o mesmo propósito de ter ido na Dilma, um pouquinho diferente, porque a Dilma ainda estava me pedindo para mandar 30 milhões”, afirmou o empresário.
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A conta propina de Lula e Dilma no exterior, segundo Joesley
No auge das eleições em 2014, Joesley Batista, dono da JBS, maior processadora de carne do mundo, entrou no Palácio do Planalto, em Brasília, e se dirigiu ao 3º andar.
Ali se encontrou com a então presidente Dilma Rousseff. Sentado numa ampla mesa redonda, o empresário disse:
“Presidenta, eu vou falar um negócio aqui para a senhora. A senhora não precisa me confirmar nada. Mas só para te falar o que o Guido (Mantega, então ministro da Fazenda) me fala para a gente estar na mesma página. Tinha uma conta tal, que tinha 70 milhões (de dólares), outra 80 (milhões de dólares). Diz ele uma ser sua e uma ser do Lula. Veio as eleições, a gente já fez 300 e tantos milhões. Em tese, está acabando o dinheiro”.
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