Emprego 29/04/2022 18:15

IBGE: taxa de desocupação é de 11,1% e taxa de subutilização, de 23,2% no trimestre encerrado em março

A população desocupada (11,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2021 (12,0 milhões de pessoas) e caiu 21,7% (menos 3,3 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre móvel de 2021 (15,3 milhões de pessoas desocupadas).

taxa de desocupação (11,1%) do trimestre de janeiro a março de 2022, ficou estável ante o trimestre anterior (11,1%) e caiu 3,8 p.p. frente a igual trimestre de 2021 (14,9%).

população desocupada (11,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2021 (12,0 milhões de pessoas) e caiu 21,7% (menos 3,3 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre móvel de 2021 (15,3 milhões de pessoas desocupadas).

população ocupada (95,3 milhões de pessoas) caiu 0,5% (menos 472 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e subiu 9,4% (mais 8,2 milhões de pessoas) ante igual período de 2021.

O nível da ocupação (percentual de ocupados na população em idade de trabalhar) foi a 55,2%, queda de 0,4 ponto porcentual frente ao trimestre anterior (55,6%) e alta de 4,3 p.p. comparado ao mesmo período do ano anterior (50,9%).

taxa composta de subutilização (23,2%) caiu 1,1 p.p. ante o trimestre anterior (24,3%) e 6,4 p.p. em relação a igual trimestre de 2021 (29,6%).

população subutilizada (26,8 milhões de pessoas) caiu 5,4% (menos 1,5 milhão de pessoas) contra o trimestre anterior (28,3 milhões de pessoas) e 20,3% (menos 6,8 milhões de pessoas) frente a igual trimestre de 2021 (33,7 milhões de pessoas).

população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (6,5milhões) caiu 11,7% ante o trimestre anterior (redução de 860 mil pessoas) e 8,2% comparado ao mesmo trimestre de 2021, em que havia no Brasil 7,1 milhões de pessoas subocupadas.

população fora da força de trabalho (65,5 milhões de pessoas) cresceu 1,4% (mais 929 mil pessoas) ante o trimestre anterior e caiu 4,8% (menos 3,3 milhões de pessoas) no ano.

população desalentada (4,6 milhões de pessoas) caiu 4,1% (menos 195 mil pessoas) frente ao ao trimestre anterior e recuou 22,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante igual trimestre de 2021.

percentual de desalentados na força de trabalho (4,1%) ficou estável em relação ao trimestre anterior (4,3%) e caiu 1,4 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2021(5,5%).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 34,9 milhões de pessoas, alta de 1,1% (mais 380 mil pessoas) ante o trimestre anterior e 10,7% na comparação anual (mais 3,4 milhões de pessoas).

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,2 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e subiu 19,3% (2 milhões de pessoas) frente a igual período de 2021.

O número de trabalhadores por conta própria (25,3 milhões de pessoas) caiu 2,5% na comparação com o trimestre anterior (menos 660 mil pessoas) e aumentou 7,3% (mais 1,7 milhão de pessoas) frente ao mesmo período do ano anterior.

O número de trabalhadores domésticos (5,6 milhões de pessoas) ficou estável no trimestre e subiu 19,0% (mais 895 mil pessoas) no ano.

A taxa de informalidade foi de 40,1% da população ocupada, ou 38,2 milhões de trabalhadores informais. No trimestre de outubro a dezembro, a taxa havia sido de 40,7% e, no mesmo trimestre de 2021, 39,1%.

O rendimento real habitual (R$ 2.548) teve alta de 1,5% em relação ao trimestre anterior e recuou 8,7% em relação a igual trimestre de 2021. A massa de rendimento real habitual (R$ 237,7 bilhões) não teve variações estatisticamente significativas em ambas as comparações.

Deu no Portal do IBGE

Ricardo Rosado de Holanda



Descrição Jornalista